Sobre o Banco de Dados

O site Paris na América teve como ponto de partida a elaboração de um banco de dados com informações bibliográficas sobre os exemplares de prosa de ficção francesa que fazem parte do acervo da biblioteca do Grêmio Literário Português e Recreativo do Pará. A coleta dessas informações foi realizada por meio da consulta física dos exemplares que se encontram atualmente na instituição. Além dos dados bibliográficos comumente utilizados nos sistemas de informação que tem o livro por objeto – autor, título, tradutor, editor, ilustrador, edição, local de publicação, quantidade de volumes etc – acrescentou-se, ainda, outros que pudessem ser úteis àqueles que se dedicam à pesquisa no campo da História Cultural, como por exemplo, o endereço de editores e de impressores. Concomitantemente a esse processo de coleta de informações, foram digitalizadas as folhas de rosto de cada um dos exemplares que se encontram no site. Abaixo você encontrará as explicações necessárias sobre o banco de dados, de forma a facilitar sua compressão e otimizar seu uso.

  1. No campo referente ao autor, a entrada se dá pelo sobrenome, seguido do prenome. Nos casos em que a autoria não está identificada no exemplar, se encontrará a anotação “Não consta”.
  2. No campo referente à data de edição, o termo d. identifica as obras que não possuem data de edição e os colchetes, as datas prováveis, no caso dos exemplares em que foi possível presumi-las de maneira aproximativa.
  3. No campo referente aos tradutores, o termo “Não consta” significa que o exemplar não apresenta a identificação do responsável pela tradução e o termo “Não possui” significa que a obra foi publicada na língua de origem.
  4. No campo referente ao tipo de tradução, constam especificações que, nos exemplares, acompanham o nome dos tradutores, seja qualificando a tradução – “versão de”; “tradução autorizada pelo autor”, “tradução libérrima”, “vertida do francês” – seja qualificando o tradutor em termos profissionais: “oficial da armada”, “lente de matemática na escola politécnica e astrônomo no observatório da marinha”, “editor e tradutor”.
  5. No campo número da edição, constam informações quantitativas e/ou qualitativas sobre a edição, tais como: “2a edição”, “11 ed. revue” ou, ainda, “nova edição”, “edição ilustrada” ou, em alguns casos, informações sobre a tiragem de uma determinada edição, como por exemplo: “cinquante-deuxième mille”, “ 37 mille”. Nos casos em que não há informação alguma a respeito, se encontra a anotação “Não consta”.
  6. No campo quantidade de volumes constam informações sobre a quantidade de volumes em que a obra foi publicada. Há romances que foram publicados em 1 volume e outros em 10. É importante ressaltar que em alguns casos o acervo não possui todos os volumes de determinadas obras. Quando a série não estava completa no acervo, procuramos indicá-lo no campo “notas”.
  7. No campo número do volume consta o número do volume correspondente ao exemplar consultado. Por exemplo: volume 1 de um total de 10 volumes: (1/10).
  8. No campo coleção, consta a identificação do título da coleção editorial no interior da qual a obra foi publicada. Nos casos em que isso não se aplica, encontra-se a anotação “Não consta”.
  9. No campo local de edição consta o nome da (s) cidade (s) em que a obra foi publicada. Nos casos em que o original não traz essa informação bibliográfica, encontrar-se-à a anotação [s.l.] sine loco.
  10. No campo editor consta a identificação no nome do editor ou empresa responsável pela publicação da obra. Nos casos em que não há qualquer indicação nos originais, encontra-se a anotação [s.n], sine nomine. Também é importante observar que muitos exemplares não trazem o nome do editor, mas sim, em seu lugar, o nome da tipografia onde a obra foi impressa. Ainda assim, nesses casos, em que se poderia supor que tipografias desempenharam função editorial, manteve-se a anotação a [s.n], sine nomine. Procurou-se respeitar o máximo possível as variações dos nomes das empresas de edição, entendendo que expressam diferentes momentos de sua história. Assim, encontrar-se-à, por exemplo, duas ou mais entradas para um único editor, como por exemplo: Arthème-Fayard éditeur e Arthème-Fayard et Cie.
  11. No campo endereço do editor, consta o nome da rua, seguido do número do imóvel. Cabe observar que as mudanças de endereço dos editores foram respeitadas, de forma que para um mesmo editor pode haver um ou mais endereços. Por consequência, é possível pesquisar os diferentes endereços de um mesmo editor ao longo do tempo.
  12. No campo tipografia consta o nome da empresa responsável pela impressão dos exemplares. Como nos demais casos, quando não há qualquer registro nos originais, o campo recebeu a anotação “Não consta”. Nos casos em que há diferentes nomes para tipografias que parecem ser as mesmas, optou-se por respeitar a informação presente nos originais. Assim, encontrar-se-á diferentes registros para uma tipografia que muito provavelmente é a mesma, como por exemplo, Typographia de L. C. da Cunha e Typographia de L. Corrêa da Cunha.
  13. No campo endereço da tipografia consta o nome da rua, seguido do número do imóvel e da cidade em que se localiza. Em alguns casos não há indicação precisa do endereço, havendo tão somente, como em vários casos de edições francesas, o nome de uma comuna, como por exemplo, Poissy.
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